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D. Quixote de Proença

11/07/2012
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Dos rídiculos a história só reza os do futebol português.

Desde treinadores que não treinaram osgas porque faltava a verba para os árbitros, passando por um declamador de poesia  condenado por actos de corrupção (e que dedica títulos ao treinador referido anteriormente), passando por um desdentado que encontrou no Meu Benfica o seu grande moinho de vento que quer à força toda destruir.

Eu tenho tentado não escrever mais sobre essa espécie de juiz (que julga sempre para o mesmo lado), mas acho que nem a minha paciência tem tanto limite (eu lá fui aguentando o Emerson, por isso acho que posso falar).

Meu caro desdentado:

Dirijo-me assim porque foi o nome mais suave que consegui encontrar no meu vocabulário e que consegue descrever a sua figura. E explico porque. A dentadura de uma pessoa é (ou pode funcionar) como um espelho da alma. À semelhança dos olhos, os dentes funcionam como um reflexo daquilo que somos. A podridão dos dentes deve-se à falta de limpeza, ao consumo exagerado de doces e à falta de limpeza dos mesmos. Tal como a alma, a falta de limpeza leva à degradação moral de uma pessoa. Ou o consomo de doces em demasia, assinala uma clara falta de controlo emocional, logo os dentes podres podem revelar muito sobre uma pessoa.

A falta deles na boca também podem revelar outras coisas. Por exemplo agressões (o seu caso) ou acidentes obrigam a que quem ficou sem o esmalte direito consulte um dentista e reponha rapidamente a situação, porque uma boca sem dentes é como uma alma impura (ambas consultam um especialista para a sua reposição). Quando uma boca não tem dentes, a vergonha obriga a que o desdentado não abra a boca para revelar a sua falta. Tal como a alma, a vergonha obriga a que as pessoas não abram a boca e logo fiquem caladas.

A menos (e é aqui que o sr se encaixa) que a vergonha tenha sido reparada em clínica dentária no freixo e a cura da alma tenha sido feita em finais europeias. Neste caso, revela-se uma alma podre, sem dentes. Isto porque fica demonstrado que o sr. vaidoso como é, vende um campeonato em favor pessoal e apenas para poder ganhar peito e falar sobre arbitragens.

As críticas feitas sobre os investimentos e os retornos apenas pecam num pequeno erro de julgamento.

O Benfica fez efectivamente um grande investimento. E acreditou que o investimento naquilo que é essencial no futebol (jogadores, corpo técnico e equipa de apoio) bastava para se sagrar campeão. E esqueceu-se do que afinal era mais importante, pagar a recuperação dos seus dentes e consequentemente da sua alma.

E como Roma não paga traidores, o desdentado agora fala de boca cheia, revelando afinal a alma curada, mas vendida ao diabo.

Por mim, pode ir arbitrar finais europeias e de europeu. Mas o Meu Benfica, prefiro que seja julgado por um árbitro de distrital, que apenas por poder ter a sua final, é bem capaz de mostrar mais alma do que muitos que aqui andam.

Um juíz não fala sobre assuntos dos clubes, nem tão pouco se atira a eles. É justo e imparcial. E estas duas palavras, eu conheço bem. E eu gostava que as aprendesse (isto porque humildade e simplicidade são coisas muito complicadas para quem não tem os dentes todos…)

 

One Comment leave one →
  1. Seismilhoesum permalink
    11/07/2012 23:12

    Isto não é uma questão de dentes mas uma questão de ,,,,,, marfim! Percebem?

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