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Tenho para mim

13/07/2012
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Que este ano, para além das coisas habituais a que alguns se resignam (falo obviamente da corrupção), este vai ser um ano pródigo em notícias.

Desde falências em clubes, que deviam começar a época com uma garantia bancária ou qualquer coisa do género que salvaguardasse salários dos jogadores e dos funcionários, aos corruptos que também estão em falência e tem mesmo de ir às ligas europeias (e aqui entram também obviamente a sporco tv e os direitos a servir como bóia de salvação), às eleições no Benfica, onde a situação económica e desportiva do país vão influenciar a coisa. Basta aparecer um aventureiro a prometer mundos e fundos…

Na sequência do que já tinha escrito anteriormente, e depois de um período de reflexão, entendo que a estratégia de deixar andar e esperar que o sistema se destrua a ele próprio é bem possível. Não me parece assim tão descabido quanto isso.

A estratégia em si é válida, mas a espera, especialmente da parte dos adeptos, é que é desgastante. E o prestígio e base de adeptos acaba sempre por sofrer. Há muitos adeptos corruptos fora da cidade deles. E essa é o grande calcanhar de Aquiles desta estratégia.

O lado bom, qual jogo de poker, é que quem tem o maior número de fichas pode sempre ver a mão e há sempre a tentativa de ir all in com quem tem menos fichas sem o risco de perder a posição do líder. Neste aspecto basta esperar pela melhor mão para derrotar o adversário.

Vista nestes moldes, a coisa é simples mas as mãos (campeonatos) que se vão perdendo podem levar à perda de posição. E ganhar uma mão a cada 5 que se ganham não é uma vitória por aí além. Vitória é mesmo derrotar o adversário. E sem haver rebuy.

A realidade é que o nosso adversário sabe de antemão as cartas que saem, e aparenta também saber as cartas que temos. E enquanto não escondermos a sério as nossas cartas, não vale a pena ir a jogo.

Entenda-se o que se quiser. A realidade é que a espera é lenta, e se calhar apostar mais com uma mão mais fraca e sentir o risco, sabe bem melhor do que ficar à espera. Ou então meter a concorrência em sentido com um all in antes de ver as cartas, para saber quem ia a jogo.

Para já, e sendo este o fio de jogo, o basquetebol já caiu, agora falta o resto…

 

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